Sobre mim
Nasci no Porto, em 1964, e durante grande parte da minha vida fui profundamente cética.
Não acreditava em religiões, energias ou terapias. Acreditava, isso sim, na extraordinária capacidade do ser humano para ultrapassar os seus próprios limites.
Curiosamente, continuo a acreditar.
Talvez tenha sido apenas a forma de compreender essa capacidade que mudou.
Tudo começou a transformar-se quando, um dia, encontrei numa livraria o livro Conversas com Deus. O humor misturado com o Divino intrigou-me e desafiou muitas das ideias que tinha sobre espiritualidade.
Costumo brincar dizendo que encontrei Deus na FNAC.
Não foi uma conversão repentina, nem deixei de questionar. Pelo contrário. Foi o início de uma procura.
Em 2007, quase sem saber explicar porquê, cheguei a uma formação de Reiki.
A partir daí, o caminho acelerou.
Seguiram-se diferentes aprendizagens e experiências: Reiki Tradicional, Reiki Psicoterapêutico, Karuna Reiki, Seichim, Florais, Xamanismo, Terapia de Regressão com Reiki, Radiestesia, ThetaHealing e muitas outras abordagens.
Aprendi técnicas.
Experimentei.
Questionei.
Algumas ficaram pelo caminho. Outras transformaram profundamente a forma como compreendo o ser humano, a consciência e o nosso potencial de transformação.
Nesse percurso encontrei a Física da Consciência Multidimensional (FCM), uma abordagem que me acompanha até hoje e que reúne muito daquilo que fui aprendendo e experienciando ao longo dos anos.
Mais tarde começou um capítulo completamente diferente.
Em 2020, comecei a receber interiormente palavras, acompanhadas de indicações sobre a sua utilização e, por vezes, de imagens.
Foi assim que começaram a surgir os Códigos Om Sefirath.
Não os aprendi num curso ou num livro. Foram chegando gradualmente, através de um processo que compreendo como canalização, associado à Consciência que se apresentou como Amunátis.
Não espero que ninguém acredite apenas porque eu o afirmo.
Aliás, talvez uma das coisas que o meu antigo ceticismo me ensinou tenha sido precisamente a importância de questionar, experimentar e encontrar as nossas próprias respostas.
Hoje percebo também que todo este percurso me trouxe a uma compreensão muito simples: não somos curadores. Somos facilitadores.
Podemos ensinar uma ferramenta.
Podemos partilhar uma experiência.
Podemos abrir uma porta.
Podemos acompanhar alguém durante uma parte do caminho.
Mas a transformação pertence sempre à própria pessoa.
É isso que procuro fazer hoje através da Nova Lemúria, da FCM, dos Códigos Om Sefirath, das meditações, das formações e das palavras que vou partilhando: criar espaços onde as pessoas possam aprender, experimentar, questionar, partilhar e descobrir os seus próprios recursos.
Não quero dizer-te em que deves acreditar.
Quero apenas mostrar-te algumas das ferramentas que encontrei pelo caminho.
Depois...
o Caminho é teu.

Madalena Almeida
